sábado, 30 de maio de 2009

É proibido!



É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer

Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender o que viveram juntos

Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,

Fingir que elas não te importam,

Ser gentil só para que se lembrem de você,

Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,

Não crer em Deus e fazer seu destino,

Ter medo da vida e de seus compromissos,

Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,

Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,

Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a DEUS por sua vida,

Não ter um momento para quem necessita de você,

Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,

Não viver sua vida com uma atitude positiva,

Não pensar que podemos ser melhores,

Não sentir que sem você este mundo não seria igual."


Pablo Neruda

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1 comentário:

  1. Pablo


    Caríssimo,

    Uma vez mais me dirijo a ti, a propósito deste texto que espero, tenha sido bem traduzido.

    Apenas para te dizer:

    Se, descansa, concordo com os seus conteúdos eu, porém, tê-lo-ía escrito na positiva e logo a começar pelo título que passaria a ser É PRECISO.

    Em função disto, reformularia tudo o que escreveste sem lhe alterar o sumo, a semântica.

    Porquê?

    Porque, estou certo que o sabes, o fruto proibido é sempre o mais apetecido e logo, estando nos teus intuitos que as pessoas procedam desta mas não daquela maneira, o proibido gera logo maiores variáveis perversas.

    Elas geram-se sempre mas o proibido é, verdadeiramente, tentador!

    Se não me levasses a mal e o Padre Nuno também não, seria interessante que alguém se dedicasse a este exercício reformulando o texto todo dentro das condicionadas que, modestamente, sugiro.

    Eu não porque, acreditai (!), ando muito ocupado, mas alguém que voluntariosa e escrupulosamente se oferecesse para o fazer.

    Um abraço para ti e para todos, Vosso


    Jaime Latino Ferreira
    Estoril, 30 de Maio de 2009

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