do Lat. ciboriu; s. m., a parte mais alta que exteriormente remata ou cobre a cúpula das grandes igrejas ou dos edifícios monumentais. Este blog é, na sua grande maioria, partilha de videos e textos de diversos autores que recebo diariamente. Com a visão dos outros podemos ver mais alto, mais longe...
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Hoje explico-te em 57 segundos como se lê a Bíblia!
Hoje à noite, cá em casa, a Sala Grande vai outra vez encher-se de amigos para A FÉ EM LINGUAGEM SIMPLES. Continuamos com as perguntas/temas que foram colocadas antes na "caixa do chinês", aquelas coisas que, na linguagem habitual, "para mim são chinês"! Vários papéis que apareceram por lá tinham a ver com a confusão diante da bíblia. Para tema peguei num deles que sintetiza todos e, no fim, deixa esta pergunta: "Como se lê a bíblia?"
Vou tentar responder esta noite, de alguma maneira. Mas, antes, deixo por aqui esta confidência (apesar de haver uma outra que me arranha mais por dentro, mas essa deixo-a para logo): desde a primeira hora que vi estes papeizinhos lá na caixa do chinês, a minha cabeça voou para a China. Mesmo! A China a sério. Porque, como sabes, o cristianismo na China ainda é um submundo muito especial. Na prática, existem duas "igrejas": uma de fachada, sob a alçada do regime, e uma outra, nas catacumbas, reunindo-se em igrejas domésticas ao entardecer, clandestina até aos ossos.
Cada vez mais esta blindagem começa a rachar e os muros a abrir brechas, mas isto tudo é ainda realidade muito concreta. Para teres uma noção: há confrades meus, missionários redentoristas, que foram para a China e dos quais não sabemos nada. Alguns deles, há quase vinte anos. Doutros, sabemos que acabaram em campos de trabalho forçado, e doutros ainda que o nosso Governo Geral tem com eles algumas formas de contacto, mas não é prudente dar notícias sobre isso assim em "canal aberto"... E outras histórias que continuam por lá a acontecer, daquelas que dão que pensar.
MAS, de vez em quando há umas aragens que viram mundos às avessas. De vez em quando chega lá, através de diversos movimentos cristãos e às escondidas, uma remessa de bíblias. E é indescritível, contavam. Contavam, sim, porque entretanto apareceu um vídeo onde podemos ver qualquer coisa. A chegada de bíblias em duas malas a uma igreja clandestina é um momento que eu já vi dezenas de vezes e não deixou ainda de me emocionar. Não é preciso entender mandarim. Percebemos perfeitamente o que estão a comunicar. Que é tanto.
A pergunta na "caixa do chinês" era "Como se lê a bíblia?"
Talvez estes chineses concretos, aqui no vídeo, tenham para dar a melhor resposta de todas. É assim.
57 segundos.
Pe. Rui Santiago Cssr
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Desabafo pastoral de um "Timóteo"

É particularmente preocupante ver pastores cansados, desmotivados e com vontade de desistirem do ministério.
Quase ninguém imagina o que eles passam... Horas a estudar para poderem pregar, investem muito tempo em oração pelas pessoas, estão disponíveis para resolverem problemas seja a que horas for, têm que tomar também decisões que são incompreensíveis pelas pessoas até pela confidencialidade pastoral que lhes é exigida, têm pouco tempo para a família, não sabem o que é terem um fim-de-semana livre de preocupações sem ser nas suas férias, têm um dia de folga quando todos os outros membros da família estão fora de casa, fazem desafios à Igreja e poucos ou nenhuns respondem afirmativamente.
Além disto, ouvem algumas barbaridades como “só vai para o ministério quem quer ganhar dinheiro”, ou então “só vai para pastor quem não sabe fazer mais nada na vida”. As pessoas não imaginam o que custa ouvir dizer isso.
Os pastores são pastores por vocação e não por profissão!
Acreditem meus amigos, quem “aguenta” ser pastor, certamente suportará qualquer outra actividade no nosso país.
Quando os pastores estão desmotivados, em depressão, ou até em esgotamento, certamente as comunidades irão ressentir-se.
Um dia ouvi alguém dizer “Se o pastor estiver desmotivado, a Igreja ficará “morta”. Se a Igreja estiver desmotivada, o pastor ficará “morto”.
Temos de orar mais pelos pastores, motivá-los cada vez mais a pregarem a Palavra e a honrá-los.
Temos de ter cuidado na forma como falamos com eles, porque apesar de poderem responder muitas vezes com um sorriso, depois vão para casa em grande sofrimento. E a família dele ressente-se disso.
Há certos gestos e palavras que têm um alcance enorme. Dou apenas três exemplos pessoais que foram bastante importantes…
1º Num dia em que estava mesmo abatido, uma pessoa simplesmente olhou para mim e abraçou-me dizendo "estou a orar pelo meu pastor".
2º Noutra altura, também difícil no ministério, várias pessoas vieram ter comigo e com a minha mulher e disseram “Nós estamos a orar por vocês. Nunca se esqueçam disso”.
3º Ouvir numa reunião de oração um irmão dizer “temos de orar pelo pastor. Certamente ele está a viver muitas lutas, pois vive as suas lutas pessoais e também as nossas". Creio que foi a cura de Deus que eu estava a precisar naquele momento.
Depois deste enorme texto, deixo apenas um versículo para reflexão…
“Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil.” Hebreus 13:17.
Por fim, quero dizer que dou graças a Deus pela Igreja que eu pastoreio. Tem sido uma bênção crescermos juntos e vermos aquilo que Deus tem feito na vida do Seu povo."
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Um amigo é um irmão que escolhemos

Quão frequente é ouvirmos e lermos a palavra “amigo” ou “amizade” durante o nosso dia?
De facto, situações não faltam, a começar pelas músicas que passam na rádio, nos anúncios de televisão, na internet, em conversas com pessoas…
mas será que já paraste para pensar na mais autêntica e pura definição de amizade?
Será sequer possível encontrar uma boa definição, quando temos relações tão diferentes de amigo para amigo? (...)
“Quem encontrou um amigo, descobriu um tesouro”, ensina a Bíblia.
Um amigo é um irmão que escolhemos.
Alguém que entende, como mais ninguém, as nossas conversas mais longas, as nossas tímidas meias palavras e até os nossos silêncios.
Junto a um conhecido muitas vezes não conseguimos estar sem falar pois sentimos o desconforto do silêncio.
Mas, perto de um amigo, podemos estar calados confortavelmente sem nos sentirmos constrangidos.
Com ele podemos até falar demais, sem ter medo de dar a conhecer o nosso mais íntimo ou de guardar um segredo.
Com um amigo, podemos dar uma gargalhada livre, solta, ou podemos chorar sem nos sentirmos menores, porque ele nos compreende.
E, porque é natural filtrarmos, não só o que dizemos mas também a quem o dizemos, imagina-se muitas vezes estas relações entre pessoas como uma peneira.
Se alguém me é completamente desconhecido ou não me dá provas para partilhar o mais íntimo de mim, então os buracos da minha rede são muito apertados
e pouco passa para o outro lado.
Mas, à medida que uma amizade se fortalece, os buracos tornam-se maiores e começo a pôr menos barreiras ao que penso e ao que posso/quero contar a essa pessoa.
Por isso, um amigo faz-nos compreender o significado da palavra confiança, a base de todas as relações de amizade, pois é ela que alarga a rede da nossa peneira, muitas vezes sem repararmos.
Os frutos são evidentes: confiamos sentimentos, emoções, experiências que nos marcam.
Quantas vezes isto não reduz substancialmente o peso da nossa cruz ou aumenta, espantosamente o tamanho da nossa alegria?
Mas, não nos esqueçamos, é preciso haver retorno.
Há amizades que falham porque assentam apenas no esforço sincero de uma das partes.
A amizade é uma história recíproca.
Há pessoas que se lamentam da falta de amigos ou que olham para trás no tempo e vêem que não conseguiram manter muitas amizades muito especiais.
Contudo, não se lembram da importância de investir tempo a “cativar” e a “criar laços”.
Como diria a raposa ao Principezinho no livro de Antoine de Saint-Exupéry: “foi o tempo que perdeste com a tua rosa que a tornou tão especial.”
A amizade exige empenho, dedicação e lealdade.
As amizades verdadeiras ajudam-nos a crescer porque um amigo é aquele que em vez de nos dizer o que queremos ouvir, não se enfarpela muito para nos dizer o que realmente precisamos de ouvir.
Um amigo não tem de nos dar sempre palmadinhas nas costas.
Às vezes é mesmo difícil pôr o dedo na ferida, implica muita coragem porque sabemos que nos estão a tocar num ponto fraco.
Assim, é ele que puxa por nós e nos desinstala para nos pôr em movimento.
E que graça tão grande quando encontramos um amigo em que eu me torno mais eu, e ele mais ele.
Se eu não sou verdadeiro e não te ajudo a caminhar para a verdade não mereço ser teu amigo.
Mas quando passamos muito tempo com uma pessoa ou conversamos com alguma frequência com ela, ganhamos confiança e à-vontade e às vezes desse à-vontade nascem desentendimentos, mal-entendidos e até mesmo algumas zangas.
É mesmo importante irmos aprendendo a olhar para essas situações com humildade (reconhecendo a parte da culpa de cada um) e recorrendo ao perdão.
Sem perdão não há amizades sólidas.
No fundo, são desafios que nos são propostos e que quando bem geridos e vividos acabam por fortalecer uma amizade.
A cena da visitação de Nossa Senhora a Santa Isabel mostra-nos como a amizade é algo de especial e que se pode (re)descobrir pela vida fora, senão vejamos:
1. Maria corre para ajudar Isabel (a amizade é um desejo de estar próximo; é uma disponibilidade para ajudar).
2. A alegria do encontro (a amizade é essa alegria pura de um simples encontro).
3. O Magnificat (a amizade é um dom de Deus que nos faz dar graças).
in Caderno de Pilotagem EJNS - 2012
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Fazer da Fé experiência vital
Erri di Luca escreve de forma muito pertinente que a Fé é
deixar de tratar Deus pela terceira pessoa e passa-Lo a tratar pela segunda.
O vocabulário bíblico da Fé pode ensinar alguma coisa a quem
se questiona no século XXI sobre a relação com Deus? A Bíblia define a Fé
sobretudo de dois modos: como temor de Deus e como confiança. Parecem coisas
completamente inconciliáveis, mas talvez não sejam. A Fé para ser experiência
vital deve misturar ambas.
O temor de Deus tem o seu fundamento na consciência da
alteridade de Deus. Deus é Deus. Quer dizer: Deus é (e há de continuar) uma
pergunta infinita; é Todo-Outro, transcendente e pleno de mistério. Temor,
porém, não quer dizer medo: é precisamente o resultado da anulação do medo e da
sua substituição por um misto de reverência perante a imensidão de Deus. Vista
dessa perspectiva, a Fé é o modo de permanecer fiel a este Deus cuja
transcendência é compreendida não como terrífica ou paralisante, mas sim
suscitadora de uma abertura orante. Esta é, por exemplo, a Fé de Job que,
quando confrontado com a omnisciência de Deus, diz: "Vou pôr a mão na
boca, e não volto a dissertar insensatamente sobre Deus" (Job 39, 37-38).
E, no mesmo sentido, a de São Gregório Palamas, teólogo do século XIV: "A
natureza de Deus não pode ser pensada, nem vista, nem dita, porque está distante
de todas as coisas. Não existe nome para mencioná-La, nem neste século, nem no
futuro; e nenhuma palavra encontrada na alma e proferida pela língua, nem
qualquer imagem pode dar-nos o Seu conhecimento. Para nomear Deus é preciso
renunciar a tudo o que é ou pode ser nomeado". A Fé provoca sempre a
desarrumação dos nossos saberes e razões e mergulha-nos no silêncio. Os crentes
não têm a cabeça cheia de ideias sobre Deus. Quanto mais se vive de Deus menos
se sabe, ensinam os místicos.
Mas a Fé não se fica apenas pela purificadora consciência do
que nos distancia de Deus. A Fé é o impossível da presença tornado possível
pelo próprio Deus. Ele toma a iniciativa do encontro e a Fé explica-se então
como revelação, história comum, amizade partilhada. Por isso, sem a semântica
da confiança ninguém consegue descrever a Fé. O escritor italiano Erri di Luca,
que vive numa grande dilaceração entre crer e não-crer, escreve de forma muito
pertinente que a Fé é deixar de tratar Deus pela terceira pessoa e passa-Lo a
tratar pela segunda (Tu ou Vós). O próprio termo bíblico guarda uma variante
riquíssima de sentidos que vai nessa linha: significa “estar seguro em” e
alude, igualmente, à estreita relação que existe entre a mãe que aleita e a
criança que é ob¬jecto desse carinhoso cuidado. Jesus, que para os cristãos é
não só objecto de Fé mas também seu modelo, soube chamar por Deus como a
criança fala com o seu pai, com a mesma simplicidade, a mesma intimidade, o
mesmo abandono confiado. Lição a redescobrir para fazer da Fé uma experiência
vital.
José Tolentino Mendonça
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Afirmações de Fé
ANO DA FÉ - Textos bíblicos sobre a fé
- Tudo é possível a quem crê (Mc 9,23)
- Eu creio! Ajuda a minha pouca fé! (Mc 9,24)
- Quem acreditar e for batizado será salvo (Mc 16,16)
- Jesus realizou o primeiro dos seus sinais miraculosos e os discípulos creram nele (Jo 2,11)
- Quem crê em mim jamais terá sede (Jo 6,35)
- Muitos creram nele (Jo 7,31)
- Ao verem o que Jesus fez, creram nele (Jo 11,45)
- Enquanto tendes a Luz, crede na Luz, para vos tornardes filhos da Luz (Jo 12,36)
- Quem crê em mim não é em mim que crê, mas sim naquele que me enviou (Jo 12,44)
- Eu vim ao mundo como luz, para que todo o que crê em mim não fiq e nas trevas (Jo 12,46)
- Isto foi escrito para acreditardes que Jesus é o Messias, o F' o de Deus, e, acreditando, terdes a vida nele (Jo 20,31)
- Mas se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã é também a vossa fé (1 Cor 15,14.17)
- Caminhamos pela fé e não pela visão... (2 Cor 5,7)
- O homem não é justificado pelas obras da Lei, mas unicamente pela fé em Jesus Cristo (Gl2, 16)
- Nós acreditámos em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo (Gl 2,16)
- Os que dependem da fé é que são filhos de Abraão (Gl 3,7)
- Aquele que é justo pela fé é que viverá (Gl 3,11)
- Todos vós sois filhos de Deus em Cristo Jesus, mediante a fé (Gl 3,26)
- É pela graça que estais salvos, por meio da fé (Ef 2,8)
- Um só Senhor, uma só fé, um só Batismo; um só Deus. e Pai de todos (Ef 4,5-6)
- Sepultados com Ele no Batismo, com Ele fostes ressuscitados, pela fé que tendes em Deus (Cl2, 12)
- A vossa fé produz a constância (Tg 1,3)
- Peça com fé e sem hesitar (Tg 1,6)
quarta-feira, 12 de junho de 2013
A Palavra de Deus purifica

Uma criança pediu ao pai que lhe explicasse como é que a Palavra de Deus podia purificar uma pessoa. Em vez de lhe responder, o pai pediu ao filho que pegasse numa cesta de verga, e fosse até ao lago para trazer-lhe um cesto cheio de água. O rapazinho tentou várias vezes, mas antes de chegar junto ao pai, o cesto ficava vazio. Sentindo-se muito frustrado, disse ao pai:
- É impossível. A água escoa toda antes de chegar aqui.
O pai então chamou a atenção para o facto do cesto ter ficado limpo e disse:
- É assim que a Palavra de Deus purifica o crente: quando ela passa pela sua vida, limpa o seu coração!
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Confissões de fé
Ano da Fé - Textos bíblicos sobre a fé
• Tu és o Messias, o Filho de Deus vivo (Mt 16,16)
• Filha, a tua fé te salvou (Mt 8,48)
• Arrependei-vos e acreditai no Evangelho (Mc 1,15)
• Não tenhas receio; crê somente e ela será salva (Lc 8,50)
• Senhor, aumenta a nossa fé (Lc 17,5)
• Se tivésseis fé como um grão de mostarda... (Lc 17,6)
• Levanta-te e vai. A tua fé te salvou (Lc 17,19)
• Vê. A tua fé te salvou (Lc 18,42)
• A quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna! (Jo 6,68)
• Nós cremos e sabemos que Tu é que és o Santo de Deus (Jo 6,69)
• Senhor, dá-me dessa água, para eu não ter sede (Jo 9,15)
• Eu creio, Senhor! (Jo 9,38)
• Sim, Senhor, eu creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus que havia de vir ao mundo [Jo 11,27)
• Cremos que saíste de Deus! (Jo 16,30)
• Todo aquele que vive da Verdade escuta a minha voz (Jo 18,37)
• Meu Senhor e meu Deus! (Jo 20,28)
• Não há debaixo do céu qualquer outro nome… que nos possa salvar (Act 4,12)
• Senhor, Tu é que fizeste o Céu, a Terra, o rnare tudo o que neles se encontra (Act 4,24)
• Eu vejo o Céu aberto e o Filho do Homem de pé, à direita de Deus (Act 7,56)
• Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus (Act 8,37)
• Ele é que foi constituído, por Deus, juiz dos vivos e dos mortos (Act 10,42)
• Jesus Cristo é o Senhor! (Rm 10,9; 1 Cor 12,3; Fl 2,11)
• Este é o poder vitorioso que venceu o mundo: a nossa fé (1 Jo 5,4)Ver mais
• Não tenhas receio; crê somente e ela será salva (Lc 8,50)
• Senhor, aumenta a nossa fé (Lc 17,5)
• Se tivésseis fé como um grão de mostarda... (Lc 17,6)
• Levanta-te e vai. A tua fé te salvou (Lc 17,19)
• Vê. A tua fé te salvou (Lc 18,42)
• A quem iremos nós, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna! (Jo 6,68)
• Nós cremos e sabemos que Tu é que és o Santo de Deus (Jo 6,69)
• Senhor, dá-me dessa água, para eu não ter sede (Jo 9,15)
• Eu creio, Senhor! (Jo 9,38)
• Sim, Senhor, eu creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus que havia de vir ao mundo [Jo 11,27)
• Cremos que saíste de Deus! (Jo 16,30)
• Todo aquele que vive da Verdade escuta a minha voz (Jo 18,37)
• Meu Senhor e meu Deus! (Jo 20,28)
• Não há debaixo do céu qualquer outro nome… que nos possa salvar (Act 4,12)
• Senhor, Tu é que fizeste o Céu, a Terra, o rnare tudo o que neles se encontra (Act 4,24)
• Eu vejo o Céu aberto e o Filho do Homem de pé, à direita de Deus (Act 7,56)
• Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus (Act 8,37)
• Ele é que foi constituído, por Deus, juiz dos vivos e dos mortos (Act 10,42)
• Jesus Cristo é o Senhor! (Rm 10,9; 1 Cor 12,3; Fl 2,11)
• Este é o poder vitorioso que venceu o mundo: a nossa fé (1 Jo 5,4)Ver mais
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Deus é o meu amparo

Não resisto em partilhar consigo este pequeno momento com Deus...
Deus dá-nos tudo e surpreende-nos a cada segundo!
Nós é que muitas vezes não estamos atentos...
Hoje, antes de nos encontrarmos, estive na igreja.
Fui conversar com Ele. Pedi-Lhe ajuda, não sei o que fazer... Quero apenas fazer a Sua vontade, mas como? As decisões não são nada fáceis...
Depois da conversa, fiquei em silêncio, a olhar para o sacrário.
Parecia que tinha chegado ao fim, mas sentia que faltava alguma coisa, como que uma resposta...
E eis que no silêncio (Sim, porque Deus ensina-nos que o silêncio também é uma resposta...), o meu olhar desviou-se para a Bíblia que está no ambão, a meio do corredor central da igreja.
Pensei: "Porque não?"
Levantei-me e li na página em que estava aberta.
Foi no Salmo 91, que diz "Deus é o meu amparo" (v. 2), que encontrei toda a ajuda, conforto e força que precisava.
Quando cheguei ao fim da leitura, sorri e disse-Lhe: "Obrigada Senhor, por nunca me abandonares!"
Estou com a sensação de coração cheio! Sabe como é?
É tão bom! (Ainda que as decisões não tenham sido tomadas...)
L.C.
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