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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Tu manifestas a misercórdia



Para uma espiritualidade da misericórdia

Quando te sentes chamado a seguir Jesus,
a anunciá-lo e a fazer ressoar em ti
o canto novo vindo do alto:
«Glória a Deus nas alturas
e paz na terra aos homens» (cf. Lc 2,14);
Quando vives a fé na tua família,
na comunidade cristã
e no mundo concreto e real
que te é oferecido como dom;
Quando te dedicas a cada um e a cada uma
daqueles que te são confiados
para guiares no caminho da humanidade e da fé;
Quando amas com o amor entranhado
de mãe, de pai, de irmão, de próximo
de todos os que te rodeiam;
Quando te compadeces da pessoa humana
na sua fragilidade,
sabendo que cuidas do mais sagrado que existe em cada um,
da possibilidade de abrir o coração à manifestação da vida;
Quando realizas o teu trabalho,
no silêncio da oração e do estudo,
na relação com o grupo de catequese e com os pais,
com dedicação desmedida e espírito de entrega;
Quando semeias a esperança,
no meio do fracasso e da desilusão,
até quando parece que a tua luta é inglória;
Quando falas, ris, olhas, choras e abraças
o caminho que fazes com os outros;
Quando corres o risco de sair,
de procurar, de chegar onde Deus te espera;
Quando convertes a Igreja em casa e lugar da misericórdia
e sentes no teu coração o desejo de a manifestar a todos;
Aí e sempre manifestas a misericórdia…
Que neste Natal te sintas alcançado
pela manifestação da misericórdia de Deus
presente no presépio de Belém.


Padre Tiago Neto, 
diretor do Setor da Catequese do Patriarcado de Lisboa

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Pai Nosso do catequista



PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CÉU,
Pai de todos nós, Vossos seguidores
Pai presente na missão de todos os Catequistas
Pai que estais presente nos catequizandos que formamos
Pai, primeiro Catequista da humanidade e Mestre de sabedoria.

SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME;
Santificado seja o Vosso nome nas palavras que pronunciamos
Santificado seja o Vosso nome no tempo que dedicamos aos catequizandos
Santificado seja o Vosso nome pelo Catequista que somos.

VENHA NOS O VOSSO REINO,
Reino de paz e humanidade
Reino de fé e constância
Reino de forca e coragem
Reino de serviço e doação

SEJA FEITA A VOSSA VONTADE, ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU;
Seja feita a Vossa vontade nas palavras que dizemos
Seja feita a Vossa vontade em tudo que testemunhamos
Seja feita a Vossa vontade no testemunho que damos
Seja feita a Vossa vontade no coração de todos.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE;
Dai-nos o pão da esperança e segurança
Dai-nos o pão da Vossa Palavra, o Evangelho.
Dai-nos o pão para comer, pão que sacia a fome.
Dai-nos o pão da fé e do Vosso Amor, a Eucaristia.

PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS, ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO;
Perdoai a nossa fraqueza na fé
Perdoai o nosso desânimo e descompromisso cristão
Perdoai a nossa não correspondência ao Vosso amor
Perdoem todos os que praticam o mal

E NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL
Livrai-nos da tentação, da ambição e do orgulho
Livrai-nos da tentação de não falar em nome da Vossa Igreja
Livrai-nos da tentação do comodismo
Livrai-nos da tentação de não professar, com atos, a fé que assumimos.

Amen!

terça-feira, 3 de junho de 2014

Primeira Comunhão



Na fidelidade de todos os anos, também hoje, a minha catequista, Isabel Parente, voltou a enviar-me uma mensagem a felicitar pelo aniversário da minha primeira Comunhão, a 3 de junho de 1979. Com uma catequista assim, eu só poderia ser feliz em Cristo!

"Abraço parabéns aniversário Primeira Comunhão. Que Jesus esteja sempre contigo. Aproveito para agradecer as tuas orações, as palavras amigas e a tua presença num momento tão difícil da minha vida. Obrigada. Um beijinho Isabel Parente".

Ao agradecer à minha catequista, agradeço a todos os catequistas pelo seu sim, dedicação e amor à Igreja!

Hoje, 35 anos após a minha Primeira Comunhão, prometo a minha oração por todos os catequistas!

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Não tenho o dom da fé



Numa das saídas que tive, aqui em Roma, por ocasião de uma Missa, aproximou-se um senhor, relativamente jovem, e disse-me:

- «Padre, prazer em conhecê-lo; mas eu não acredito em nada! Não tenho o dom da fé!»

Ele entendia que a fé era um dom. «Não tenho o dom da fé»...

- «Que me recomenda o senhor?»

- «Não desanimes! Deus ama-te. Deixa-te olhar por Ele. E basta».

O mesmo vos digo a vós: Deixai-vos olhar pelo Senhor!

 Compreendo que, para vós, não é tão simples: especialmente para quem é casado e tem filhos, é difícil encontrar um tempo longo de tranquilidade.

 Mas, graças a Deus, não é necessário que todos façam da mesma maneira; na Igreja, há variedade de vocações e variedade de formas espirituais; o importante é encontrar o modo adequado para estar com o Senhor; e isto pode acontecer, é possível em todos os estados de vida. Pensai nisto!

Papa Francisco aos catequistas