do Lat. ciboriu; s. m., a parte mais alta que exteriormente remata ou cobre a cúpula das grandes igrejas ou dos edifícios monumentais. Este blog é, na sua grande maioria, partilha de videos e textos de diversos autores que recebo diariamente. Com a visão dos outros podemos ver mais alto, mais longe...
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quarta-feira, 2 de março de 2016
Carta para Jack
Laura tem apenas 8 anos e uma história forte o suficiente para servir de exemplo para o mundo inteiro. Com determinação, ela pede para que Jack- e aqui você logo entenderá porque ela chama assim o destinatário da carta- que ele saia de sua casa.
Cansada do pai viciado em álcool, ela conta a visão de uma criança que presencia diariamente a violência doméstica, a ausência paternal e tantos outros efeitos colaterais que o alcoolismo gera.
Confira e emocione-se:
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Se...

E disse Deus:
Se ninguém te ama, a minha alegria é amar-te.
Se choras, Eu desejo consolar-te.
Se és fraco, Eu dar-te-ei a minha força e energia.
Se ninguém precisa de ti, Eu preciso.
Se te julgam inútil, Eu não posso prescindir de ti.
Se estás vazio, a minha plenitude te encherá.
Se tens medo, Eu levo-te aos ombros.
Se queres caminhar, Eu irei contigo.
Se me chamas, Eu venho ao teu encontro.
Se te perdes, Eu não descanso até te encontrar.
Se estás cansado, Eu sou o teu descanso.
Se pecas, Eu sou o teu perdão.
Se precisas de Mim, Eu digo-te: estou aqui dentro de ti.
Se andas nas trevas, Eu sou a luz para os teus passos.
Se tens fome, Eu sou para ti o pão da vida.
Se queres falar comigo, Eu escuto-te sempre.
Se estás preso, Eu vou libertar-te.
Se queres ver o meu rosto, olha para uma flor,
para uma fonte, para uma criança.
Se és marginalizado, Eu estou a teu lado.
Se se esquecem de ti, Eu nunca te esqueço.
Se nada tens, tens-me a Mim.
Se meditas no silêncio, a minha palavra habitará
no teu coração.
J. Fernandez Moratiel, O. P.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Maria, dá-me o teu sorriso...

Que no teu sorriso eu veja o coração de Deus
que corre com pressa para me abraçar.
Que no teu sorriso eu entenda que Deus é sempre maior
que tudo o que é e será em mim só cinza.
Que no teu sorriso eu sinta o perdão de Deus
a tudo o que já lhe confessei, mas ainda me martiriza.
Que no teu sorriso eu possa ver o sorriso de Deus,
que inunde minha alma e suavize minha dureza.
Que no teu sorriso eu aprenda a bondade de Deus,
que me devolve bem por mal e dissolve minha malícia.
Que no teu sorriso eu possa agradecer ao Pai,
que me amou primeiro e não deixa de me amar.
Que no teu sorriso, Maria,
eu veja que é glória de Deus
que minha alma tenha vida
e meu rosto, um sorriso.
Amen.
domingo, 21 de setembro de 2014
Cirineus

São João Paulo II foi vítima de um atentado a 12 de Maio de 1982, em Fátima. A 13 de Maio de 1981 tinha sido alvejado em Roma, tendo então perigado a sua vida. A providencial coincidência deste incidente com o aniversário da primeira aparição, em Fátima, levou João Paulo II a atribuir a Maria a sua sobrevivência. Por esta razão, fez uma peregrinação, um ano depois, à Cova da Iria. Foi então que um padre espanhol, não católico, atentou, sem êxito, contra a vida daquele Papa.
Logo depois deste segundo atentado, um casal madrileno apresentou-se na nunciatura, em Lisboa: eram os pais do clérigo que pusera em risco a vida de São João Paulo II. A razão da sua precipitada vinda ao nosso país, que passou desapercebida à imprensa, era só uma: pedir desculpa.
Aqueles pais, católicos, não tinham nenhuma responsabilidade no delito perpetrado pelo filho, maior de idade. Naquela hora amarga, de tanta angústia e vergonha, era compreensível que se tivessem escondido mas, pelo contrário, deram a cara em nome de um crime que não era deles. Outros teriam entendido, com razão, que nada tinham a ver com aquele acto criminoso, mas aqueles pais carregaram com a culpa do seu filho. Muitos progenitores ter-se-iam orgulhado de uma glória filial, mas aqueles desgraçados pais humilharam-se com a desonra do seu descendente e, em seu nome, ofereceram-se à vítima, em expiação dessa falta. Como é rara a nobreza de uma voluntária humilhação! Como é belo pedir perdão!
"Nisto consiste o amor: (…) em ter sido Deus que nos amou e enviou o seu Filho, como vítima de expiação pelos nossos pecados. (…) Se Deus nos amou assim, também nós devemos amar-nos uns aos outros" (1Jo 4,10-11). Neste mundo, sobram os Pilatos e os Herodes acusadores, mas faltam Cireneus que carreguem as cruzes alheias.
Gonçalo Portocarrero de Almada | ionline 2014.09.20
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Quando reconheço a falta

«Quando reconheço ter caído nalguma falta,
concordo que fiz mal e digo:
“é o meu natural, só isto é que sei fazer”;
se não faltei em nada, dou graças a Deus
e confesso que foi porque Ele me ajudou.»
Frei Lourenço da Ressurreição | 1614 – 1691
A prática da presença de Deus. IV, 3
Senhor,
também eu caio em inúmeras faltas e imperfeições
ao longo de cada dia.
Sei que sou limitado, mas tantas vezes custa-me reconhecê-lo.
Certamente toda a graça e todo o bem vêm de Ti,
mas quantas vezes os desejo atribuir a mim próprio.
Senhor, desejo atribuir-me o que não sou
e não reconhecer o que sou.
E tudo isto, Senhor, porque ainda não Te conheço,
não conheço o olhar de amor
com que Te delicias inclinar-Te
para o pobre e o humilde;
porque ainda não experimentei o amor
com que curas os meus pecados;
porque ainda não reconheço que as provas a que me submetes
são apenas caminhos para me atraires a Ti…
Senhor, por causa de toda esta minha cegueira,
ando em busca de mim,
de um eu mais forte e melhor,
quando haveria de andar em busca de Ti,
que tens tudo para me dar.
Ensina-me a humildade,
que me faz reconhecer a minha verdade sem depressão
e a Tua verdade de amor, com alegria!
terça-feira, 27 de maio de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Deus abraça-nos quando nos confessamos
Deus abraça-nos quando nos confessamos, diz papa Francisco
O papa Francisco afirmou hoje, na audiência geral das quartas-feiras realizada na Praça de S. Pedro, no Vaticano, que o sacramento da Reconciliação (confissão) é «um abraço» de Deus a quem o recebe.
A Reconciliação, à semelhança da Unção dos Doentes, «é um sacramento de cura»: «Quando vou confessar-me, é para me curar: curar-me a alma, curar-me o coração por alguma coisa que fiz que não está bem», salientou Francisco, citado pela Rádio Vaticano.
«Celebrar o sacramento da Reconciliação significa ser envolvido num abraço caloroso: é o abraço da infinita misericórdia do Pai», realçou.
Na intervenção, que prosseguiu as alocuções das últimas quartas-feiras dedicadas aos sacramentos, o papa recordou que a Reconciliação brota das palavras que Jesus, depois de ressuscitado, dirigiu aos apóstolos: «A paz esteja convosco. (…) Recebei o Espírito Santo. Àqueles a que perdoardes os pecados, serão perdoados».
Francisco acentuou a dimensão comunitária da Reconciliação, contrapondo os argumentos de quem defende que o perdão de Deus obtém-se numa relação direta, sem mediações.
O trecho bíblico citado pelo papa sublinha, «antes de tudo», que o perdão vem de fora: «O perdão dos nossos pecados não é algo que possamos darmo-nos; eu não posso dizer “eu perdoo-me os pecados”».
«O perdão pede-se, pede-se a um outro, e na Confissão pedimos o perdão a Jesus. O perdão não é fruto dos nossos esforços, mas é um presente, é um dom do Espírito Santo», frisou.
Da passagem do evangelho segundo S. João surge outra conclusão: «Só se nos deixarmos reconciliar no Senhor Jesus com o Pai e com os irmãos podemos estar verdadeiramente na paz».
«Alguém pode dizer: “Eu confesso-me apenas a Deus”. Sim, podes dizer a Deus: “Perdoa-me”, e dizer os teus pecados. Mas os nossos pecados são também contra os irmãos, contra a Igreja, e por isto é necessário pedir perdão à Igreja e aos irmãos, na pessoa do sacerdote», apontou.
A «vergonha» que se pode ter na confissão «é boa» e «saudável» porque torna as pessoas «mais humildes», e acaba por ser um sentimento que dá lugar à serenidade.
«Alguém que esteja na fila para se confessar sente todas estas coisas – também a vergonha – mas depois, quando termina a confissão, sai livre, grande, belo, perdoado, branco, feliz. E isto é o belo da Confissão», referiu.
A seguir, o papa lançou um desafio às milhares de pessoas presentes na audiência: «Cada um responda a si mesmo no seu coração: quando foi a última vez que te confessaste? Cada um pense. Dois dias, duas semanas, dois anos, vinte anos, quarenta anos?».
«E se passou tanto tempo, não perder mais um dia: vai em frente, que o sacerdote será bom. E Jesus, Ele, é o melhor dos padres, e Jesus recebe-te. Recebe-te com muito amor. Sê corajoso e avança para a Confissão», convidou.
Francisco recordou a parábola do filho pródigo, em que o jovem abandonou os pais com a sua herança, e depois de gastar tudo decidiu voltar a casa, «não como filho, mas como servo».
«Tanta culpa tinha no seu coração, e tanta vergonha. E a surpresa aconteceu quando, ao começar a falar e a pedir perdão, o pai não o deixou falar: abraçou-o, beijou-o e fez festa. Eu digo-vos: de cada vez que nós nos confessamos, Deus abraça-nos», frisou o papa.
No final da audiência, Francisco lembrou os acontecimentos das últimas horas na Ucrânia: «É com preocupação que sigo o que tem vindo a acontecer em Kiev. Asseguro a minha proximidade ao povo ucraniano e rezo pelas vítimas das violências, pelos seus familiares e pelos feridos. Convido todas as partes a cessarem toda e qualquer ação violenta e a procurarem a concórdia e a paz no país».
Rádio Vaticano
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
A obediência a cristo mede-se pela capacidade de perdoar

O modo como reagimos a quem nos fez mal diz muito sobre a nossa caminhada com Deus. Por muito venenosas que tenham sido as flechas disparadas, o exercício do perdão é imperativo para nós. É certo que não se pode ignorar a etapa da admoestação ou sublimar o degrau da correcção, no entanto, a conduta cristã visa a recuperar e não penalizar.
Quando alguém nos ofende ou prejudica intencionalmente, garantamos que os passos disciplinares são dados sem que afundem o infractor. A repreensão é útil desde que não fustigue o arrependido. Prefira-se a disciplina de matriz redentora à de cariz punitivo. Não se insista no prolongamento do castigo, pois já bem basta a dor de se ter caído em falta e de se ser sujeito a uma reprimenda, seja ela individual ou comunitária. Haja discernimento para não levar ao desespero quem já sofre pelo mal que produziu.
Perdoemo-nos e consolemo-nos uns aos outros de modo que ninguém “seja devorado por demasiada tristeza.” Confirmemos, junto daqueles que tropeçaram, o amor fraternal que por eles sentimos. É quando uma pessoa está na fossa que mais precisamos de estender a mão para de lá a retirar. Evitemos cair no ardil do rancor ou da vingança.
A nossa obediência a Cristo mede-se pela capacidade de perdoar, seja de que dimensão for a afronta.
Jónatas Figueiredo
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
O homem que ensinou a perdoar

Tinha a sabedoria da paz. Preferiu a reconciliação ao ódio e devolveu a África do Sul à comunidade internacional. Esteve apenas cinco anos no poder efectivo, mas promoveu o perdão e conseguiu unir um país ferido por décadas de apartheid. Nelson Mandela morreu aos 95 anos.
www.rr.pt
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Assalto
Acabei de ver a residência paroquial assaltada por 2 miúdos.
O mais pequeno (10.11 anos) conseguiu fugir, mas o maior (12-13) ficou. Tremia por todos os lados e chorou como nunca vi ninguém chorar. Depois de uma longa conversa e me ter cedido os seus dados, disse que fora ameaçado por um mais velho e estava com medo. No fim disse-lhe que ele saía de casa mas como um convidado meu e não como um ladrão. Dei-lhe um abraço de perdão.
Para meu espanto, o miúdo, antes de fechar a porta lentamente, com olhar envergonhado, ainda arranjou força para dizer, no meio de mais lágrimas: "Obrigado!"
E senti que partiu reconciliado!
quarta-feira, 27 de março de 2013
Serei eu, Senhor?

“... Em verdade vos digo: Um de vós Me entregará. ... ‘Serei eu, Senhor?’... “
Mt 26, 14-25
“Serei eu, Senhor?”Irei hoje fazer esta pergunta a mim própria sentada ao lado do Senhor. Olho a minha vida com muita verdade, e verei sempre que entreguei o Senhor, e quantas vezes. “Quando...? Em que circunstâncias...? Com quem...? A que preço...? Em que dia? Porquê? Para quê?”.
É importante nesta semana chegar à minha verdade, arrancar as máscaras e dizer com muita humildade: “Sim, Senhor, fui eu... Sim, também fui eu... Olha, estou aqui e é nesta minha verdade que agora quero voltar, perdoa-me, Senhor. Ajuda-me a mudar... Quero ressuscitar conTigo!”
Tereza Olazabal
“A paciência de Deus, é um mistério. Recordo a figura do pai, que avistou ao longe o filho que tinha ido embora. Porque o avistou ao longe? Porque todos os dias ia para o alto da estrada para ver se o filho voltava! Esta é a paciência de Deus, esta é a paciência de Jesus”.
Papa Francisco
segunda-feira, 11 de março de 2013
Curando o 11 de Setembro
Phyllis Rodriguez e Aicha el-Wafi possuem uma poderosa amizade, nascida the uma perda impensável. O filho de Rodriguez morreu nos ataques ao World Trade Center, a 11 de Setembro de 2001; o filho de el-Wafi, Zacarias Moussaoui, foi condenado por ter desempenhado um papel nos ataques, e cumpre agora prisão perpétua. Na esperança de encontrar paz, estas duas mães conseguiram compreender e respeitar-se mutuamente.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Papa perdoa ex-mordomo
Bento XVI visitou hoje (22 Dez.) o seu antigo mordomo, Paolo Gabriele, para lhe conceder um indulto natalício à pena de prisão a que tinha sido condenado, por furto de documentos confidenciais.
"Esta manhã o Papa realizou uma visita, na prisão, a Paolo Gabriele, para lhe confirmar o seu próprio perdão", referiu aos jornalistas o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.
Segundo o sacerdote, a visita de Bento XVI demorou cerca de 15 minutos, na cela onde Gabriele estava detido, num "colóquio muito intenso".
O diretor da sala de imprensa da Santa Sé disse tratar-se de “um gesto paterno para com uma pessoa com a qual o Papa partilhou durante vários anos uma familiaridade quotidiana.”
O perdão de Bento XVI pode ser visto como o final de "um triste e doloroso capítulo", acrescentou.
Após o encontro como o Papa, Paolo Gabriele deixou a prisão, regressando a casa, mas não poderá retomar o seu trabalho anterior nem continuar a residir no Vaticano.
"A Santa Sé, confiando na sinceridade do arrependimento que manifestou, tenciona oferecer-lhe a possibilidade de retomar com serenidade a vida juntamente com a sua família", sendo-lhe oferecidos um outro emprego e uma habitação, refere uma nota da Secretaria de Estado do Vaticano.
Gabriele tinha sido detido em maio e foi condenado, em 6 de outubro, a 3 anos de reclusão, pena reduzida para ano e meio, por fruto agravado de documentos reservados.
domingo, 11 de novembro de 2012
5 ideias que vão mudar a forma como vês a confissão

Ryan Eggenberger | 2 Outubro 2012
O que eu quero é encorajar a confessares-te, se por ventura não o fazes há mais de um ano.As vantagens compensam DE LONGE os momentos de ansiedade.
Para lá da sensação de bem-estar pós-confissão, a tua alma fica
tão totalmente limpa como no dia do baptismo. Mas se ainda estás inquieto com a confissão, lembra-te do seguinte.
Para lá da sensação de bem-estar pós-confissão, a tua alma fica
tão totalmente limpa como no dia do baptismo. Mas se ainda estás inquieto com a confissão, lembra-te do seguinte.
1. Ninguém se arrepende de se confessar, tenha sido fácil ou difícilPergunta a qualquer católico praticante, ele dirá que a confissão
é uma das melhores coisas de se ser católico. A paz de limpar tudo para trás,
de admitir a culpa e de ouvir que estás perdoado mesmo 'daqueles' pecados é indescritível.Recorda que não são os teus pecados que dizem que tu és. Porém, eles vão continuar a moer-te até que Cristo os apague na confissão.
é uma das melhores coisas de se ser católico. A paz de limpar tudo para trás,
de admitir a culpa e de ouvir que estás perdoado mesmo 'daqueles' pecados é indescritível.Recorda que não são os teus pecados que dizem que tu és. Porém, eles vão continuar a moer-te até que Cristo os apague na confissão.
2. Não interessa há quanto tempo não te confessasGaranto que não interessa quando foi a última confissão. O padre não te vai acusar e dizer "com que então andaste fugido, hem?
Vai-te embora daqui!". Pelo contrário, quanto mais afastado tiveres estado,
mais feliz vai ficar ao ver-te voltar.Se não sabes muito bem como é que é isso de te confessares,
então há 2 coisas que podes fazer.
Vai-te embora daqui!". Pelo contrário, quanto mais afastado tiveres estado,
mais feliz vai ficar ao ver-te voltar.Se não sabes muito bem como é que é isso de te confessares,
então há 2 coisas que podes fazer.
>> Ler, descarregar, imprimir material que possa ajudar, como este>> Ir à confissão, e dizeres ao padre que.não fazes lá muita ideia do que é tens que fazer.
Vais ver que ele até vai ficar contente por te poder ajudar.
3. Podes confessar-te sob anonimato
A Igreja quer que todos nós possamos, se quisermos, confessar-nos
sem que ninguém saiba. Isto é, em muitos confessionários podes ter
a opção de te ajoelhares junto de uma pequena janela de grade ou
rede apertada de tal maneira que o padre não te vê.
Também podes preferir, diferentemente, sentar-te numa cadeira em frente do sacerdote.
sem que ninguém saiba. Isto é, em muitos confessionários podes ter
a opção de te ajoelhares junto de uma pequena janela de grade ou
rede apertada de tal maneira que o padre não te vê.
Também podes preferir, diferentemente, sentar-te numa cadeira em frente do sacerdote.
Se, ainda assim, receias ser reconhecido pela voz, sempre podes
ir confessar-te noutra paróquia, embora para dizer a verdade nenhum
padre vai ficar impressionado contigo ou te vai julgar.
ir confessar-te noutra paróquia, embora para dizer a verdade nenhum
padre vai ficar impressionado contigo ou te vai julgar.
4. Não há nada que possas dizer que o padre não tenha já ouvido
Depois de anos a ouvir confissões podes confessar o que quer que seja
que o padre não se vai escandalizar. De certeza que já ouviu pior.
que o padre não se vai escandalizar. De certeza que já ouviu pior.
5. O padre nunca pode falar sobre a tua confissão, NUNCA, nem mesmo contigo
É verdade. É o chamado “sigilo sacramental da confissão” (sigilo = selo): o que é dito no confessionário fica (selado) no confessionário.
O Código de Direito Canónico de 1983 diz no cânone 983§1,
“O sigilo sacramental é inviolável; pelo que o confessor não pode denunciar
o penitente nem por palavras nem por qualquer outro modo nem por causa alguma.”
A Igreja insiste nisto por algumas razões. A melhor delas é para te sentires
confortável e seres 100% sincero na confissão, sem estares preocupado
de que algo seja revelado fora do confessionário.
É um generoso dom que a Igreja nos deu e que vale a pena aproveitar.
confortável e seres 100% sincero na confissão, sem estares preocupado
de que algo seja revelado fora do confessionário.
É um generoso dom que a Igreja nos deu e que vale a pena aproveitar.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Perdoar

"Perdoar a quem nos faz ou quer mal é, de facto, uma das maiores manifestações de Fé. (...)
Numa outra palavra, diria até que o Perdão é como a Criação: faz-nos nascer de novo!"
Padre João J. Vila-Chã
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Se Deus for contigo

Se Deus for a tua Inspiração, os problemas, por maiores que sejam, serão apenasbarreiras que tu poderás vencer.
Se Deus for o teu Orientador, na hora da dúvida, ficará bem claro, o caminhoque deverás seguir, após uma singela oração.
Se Deus for o teu Médico, saberás distinguir entre a doença carnal, que precisade médico, e a doença espiritual, que só Ele pode curar.
Se Deus for o teu melhor Amigo, tu sabes que poderás contar com Ele a qualquerhora, na alegria ou na tristeza, com ou sem dinheiro, com coragem ou morrendode medo, ele será o teu ombro e te consolará.
Se Deus for o teu Confessor, tu terás com quem desabafar, falar dos teus erros,dos deslizes que todos cometemos, e Ele te perdoará e aliviará a tua alma.
Se Deus for a tua Bandeira, e se por Ele lutares, se não negares o Seu nome, oSeu amor e a importância Dele na tua vida, então, Ele também não te negará, nãote deixará desamparado.
Se Deus for contigo, nada te abalará, nem pedra que caia do céu, nem terramotoque estremeça o chão, nem inimigos invisíveis da noite, e tu terás o maiortesouro que um homem pode alcançar na Terra, terás a paz interior, essa paz teconduzirá à certeza, e essa certeza será transformada em fé, e essa féproduzirá frutos, e seus frutos se espalharão, e o mundo será melhor.
E assim, Deus será na tua vida o que é, foi e sempre será: tudo!
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Quaresma: Vais faltar a um jantar romântico?
«Diz agora o Senhor: «Convertei-vos a Mim de todo o coração, com jejuns, lágrimas e lamentações. Rasgai o vosso coração e não os vossos vestidos. Convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é clemente e compassivo, paciente e misericordioso, pronto a desistir dos castigos que promete. Quem sabe se Ele não vai reconsiderar e desistir deles, deixando atrás de Si uma bênção, para oferenda e libação ao Senhor, vosso Deus? Tocai a trombeta em Sião, ordenai um jejum, proclamai uma reunião sagrada. Reuni o povo, convocai a assembleia, congregai os anciãos, reuni os jovens e as crianças. Saia o esposo do seu aposento e a esposa do seu tálamo. Entre o vestíbulo e o altar, chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, dizendo: ‘Perdoai, Senhor, perdoai ao vosso povo e não entregueis a vossa herança à ignomínia e ao escárnio das nações. Porque diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?’». O Senhor encheu-Se de zelo pela sua terra e teve compaixão do seu povo.»
(Joel 2, 12-18)
Começamos o tempo litúrgico da Quaresma que coloca o acento e nos coloca a nós naquilo que é essencial: colocar o nosso coração em Deus, que nos chama para um belo jantar romântico de 40 dias.
A Quaresma surge como uma oportunidade dada por Deus, como graça, para fazermos caminho, a fim de não nos acomodarmos às nossas coisas, aos nossos umbigos, às nossas vidas.
É, por isso mesmo, tempo de deixar de lado o egoísmo e tempo para passarmos a ser mais teocêntricos e mais cristocêntricos.
Além disso, a Quaresma é possibilidade de nos recentrarmos. Pela voz do profeta Joel, com recurso a uma linguagem directa e incisiva – usando nada mais nade menos 12 verbos no imperativo – Deus diz agora – que é hoje – a todos nós: “Convertei-vos a Mim de todo o coração” e ainda “Rasgai os vossos corações”.
Com a devida vénia ao autor (que não consigo precisar) partilho um texto que encontrei num blogue e que ajuda a olhar de um modo diferente e belo este tempo favorável que nos é dado de graça e como graça.
Há dias, num programa de televisão, determinada figura pública, questionada sobre as discotecas, respondia que não gostava e não frequentava pois, mesmo que falassem aos gritos não conseguia ouvir, nem fazer-se ouvir. Além do mais, quando tinha coisas importantes para dizer, procurava lugares tranquilos, serenos e silenciosos. Nomeadamente, quando quer dizer à sua esposa que a ama, convida-a para um jantar romântico, pois em ambiente sereno e tranquilo, consegue ouvir e fazer-se ouvir.
Entendi, de imediato, a razão de ser da Quaresma: 40 Dias de Jantar Romântico. Deus quer dizer-nos que nos ama, pois “É Amor” (cf. 1 Jo 4, 8), quer convidar-nos a ser “Seus imitadores” (cf. Filip 3, 17), pois somos criados à sua imagem e semelhança (cfr. Génesis 1, 26 ss), o mesmo é dizer que nos criou com uma capacidade infinita de amar. Porque nos quer dizer isto, chama-nos à serenidade e sobriedade da Quaresma, pois só assim se consegue fazer ouvir. Na correria e na lufa-lufa do dia-a-dia, Ele tenta fazer-se presente e audível, chega mesmo a gritar, mas… não se consegue fazer ouvir, porque andamos distraídos, ocupados, descentrados, dispersos… por isso, nos convida à Quaresma. Convida-nos, ao jejum, à oração e à esmola. Convida-nos a entrar dentro de nós para O encontrar, pois: “«Se alguém me tem amor, há-de guardar a minha palavra; e o meu Pai o amará, Nós viremos a ele e nele faremos a nossa morada»” (Jo 14, 23).
Para que tal suceda: menos diversão, menos barulho, menos televisão, menos internet, menos café, menos tabaco, menos alimento… mais silêncio, mais oração, mais escuta e meditação da Palavra de Deus, mais generosidade, mais atenção ao próximo, mais perdão… mais encontro com Deus: “Permanecendo simples e amorosamente na Sua presença para que possa reflectir em nós a Sua própria imagem como se reflecte o sol no límpido cristal” (Beata Isabel da Santíssima Trindade).
Para que seja possível escutá-l’O: "É assim que a vou seduzir: ao deserto a conduzirei, para lhe falar ao coração" (Os 2, 16), identificá-l’O e encontrá-l’O: “Sempre que fizestes isto a um dos meus irmãos mais pequenos, a mim mesmo o fizestes” (Mt 25, 40), é fundamental que, na nossa vida, de discípulos, aconteça este anual Jantar Romântico de 40 dias, que desagua na nascente da Vida Nova, na festa da Vida Nova, na PÁSCOA. Em que poderemos cantar, com a vida, o Hino da alegria de nos encontrarmos mais parecidos com Cristo, que imprime em nós, ao longo deste “Jantar Romântico de 40 dias”, a Sua imagem: “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20).
Rezo por todos para que aproveitemos este banquete gratuito,
este belo jantar romântico:
Ó Deus Pai
Damos-Te graças
Porque nestes dias da Quaresma
És grande e amoroso connosco.
Chamas-nos para que reconheçamos a nossa realidade
E voltemos o nosso coração para Ti.
Confessamos que, como crianças,
Queremos viver de desejos à nossa medida.
Tu, ó Deus de bondade e compaixão,
Gritas e vens ao nosso encontro
Para mudarmos o rumo.
Damos-Te graças
Porque caminhas connosco
Neste tempo de Quaresma
Rumo à Páscoa do Teu Filho.
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