do Lat. ciboriu; s. m., a parte mais alta que exteriormente remata ou cobre a cúpula das grandes igrejas ou dos edifícios monumentais. Este blog é, na sua grande maioria, partilha de videos e textos de diversos autores que recebo diariamente. Com a visão dos outros podemos ver mais alto, mais longe...
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quarta-feira, 2 de março de 2016
Carta para Jack
Laura tem apenas 8 anos e uma história forte o suficiente para servir de exemplo para o mundo inteiro. Com determinação, ela pede para que Jack- e aqui você logo entenderá porque ela chama assim o destinatário da carta- que ele saia de sua casa.
Cansada do pai viciado em álcool, ela conta a visão de uma criança que presencia diariamente a violência doméstica, a ausência paternal e tantos outros efeitos colaterais que o alcoolismo gera.
Confira e emocione-se:
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Presente de Natal
Nuno Gomes leva uma prenda de Natal aos meninos descalços
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segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Ser luz
Podemos escolher ficar no quentinho, onde é fácil estar e a luz nos aquece e ilumina. Ou podemos deixar-nos questionar pelos sinais que surgem no céu, pelos exemplos que recebemos dos outros e arriscar sair, seguindo o exemplo de quem saiu antes de nós. Se saímos, o medo tentará paralisar-nos ou fazer-nos voltar para trás, para o quentinho. Mas podemos continuar a gastar-nos, gastar a vida para que com ela possamos iluminar a vida de outras pessoas.
No final tudo parece voltar ao início, mas agora já seremos nós a luz no céu que motiva outros a também eles saírem do quentinho, onde é fácil estar.
Luís Onofre, sj
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Mudar o mundo

Quando eu era jovem e a minha imaginação não tinha limites, eu sonhava mudar o mundo.
Quando fiquei mais velho e mais sábio, descobri que o mundo não mudaria: então restringi um pouco as minhas ambições e resolvi mudar apenas o meu país.
Mas o país também me parecia imutável.
No ocaso da vida, numa última e desesperada tentativa, quis mudar a minha família. Mas eles não se interessaram nada, afirmando que eu repeti sempre os mesmos erros.
No meu leito de morte descobri por fim que se eu tivesse começado por corrigir os meus erros e mudar a mim mesmo, então o meu exemplo poderia transformar a minha família.
O exemplo da minha família talvez contagiasse a vizinhança e assim eu teria sido capaz de melhorar o meu bairro, a minha cidade, o país e, quem sabe, mudar o mundo...
Palavras escritas no túmulo de um bispo anglicano, numa catedral na Inglaterra.
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