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quarta-feira, 2 de julho de 2014

15 coisas que pessoas emocionalmente fortes não fazem



15 coisas que pessoas emocionalmente fortes não fazem

Há aspectos particulares da nossa força mental que são determinantes para termos ou não uma vida boa. Existem vários níveis da nossa força mental e todos são necessários para termos sucesso e sermos felizes. A que tem maior impacto é a força emocional.

As emoções fazem parte, claro, da nossa componente psíquica, no entanto distinguem-se das restantes qualidades mentais  porque influenciam directamente o corpo físico. Afectam a forma como o corpo funciona e determinam cada uma das nossas acções. Sem emoções, não teríamos razões para agir nem para fazer o que quer que seja por nós próprios.As emoções são as nossas maiores motivações. Infelizmente, conseguem motivar-nos para direcções por vezes não as melhores. Por esta razão, a força emocional é tão essencial. Há muitas situações que as pessoas emocionalmente fortes evitam. Veja estas 15:


1.      Não pedem atenção. 

Precisar de atenção está directamente ligado a emoções. Os que sentem necessidade de reconhecimento, apenas se sentem válidos quando os outros os fazem sentir necessários. É como se essas pessoas não estivessem seguras do seu valor. Sentir-se inseguro do seu valor é meio caminho para o não reconhecimento. Se não sentimos que somos importantes, os outros também não o vão sentir.

2.     Não permitem que os outros as rebaixem.

Força emocional requer resiliência. O mundo está cheio de gente negativa, invejosa e ciumenta. Infelizmente muitas vezes os que nos rebaixam são os que estão mais perto de nós. A melhor solução é livrarmo-nos dessas pessoas, mas é também a mais difícil. Se conseguir remover essa gente da sua vida é menos um problema emocional.  

3.     Não guardam rancores.

Se guarda rancor está a dar mais importância do que devia a um assunto. Se uma pessoa pede desculpa genuinamente, perdoe de imediato. Se não pedir desculpa, não interaja mais com ela, mas não guarde rancor. Se continuar a dar-se com essa pessoa, vai fazer-lhe mais mal do que bem.

4.     Não param de fazer as suas coisas.

As pessoas emocionalmente fortes fazem o que fazem porque adoram fazê-lo. Não lhes passa pela cabeça abrandar ou parar por alguém que considera a sua felicidade inapropriada.

5.     Não deixam de acreditar em si próprias.

Os que gostam de si próprios, percebem-se a si próprios, não tem medo e tem orgulho de si próprios nunca duvidam deles próprios. Sabem quanto valem, nem um tostão a mais, nem a menos.

6.     Não são sacanas, nem idiotas.

Há pessoas más, sim, e perguntamo-nos porquê. Ser mau só serve como factor intimidante. Se quer intimidar, é preferível negociar. Se está a intimidar apenas por prazer, obviamente está a compensar uma falta de auto confiança.

7.     Sabem muito bem como não deixar os outros interferir na sua vida.

Os emocionalmente fortes são fortes por uma razão: Não se expoem a pessoas que destroem as suas defesas e esmagam a sua moral.  Muitas pessoas sentem-se perdidas e adoravam levá-lo com elas. Não deixe que lhe arruinem a felicidade.

8.     Não tem medo de amar.

Se tem medo de amar , não confia suficientemente em si próprio. Obviamente não deve manter um relacionamento condenado ao fracasso. E tambem não quer ser outra vez magoado, porque ser magoado não é agradável. Não há razão para ficar destroçado quando se tem confiança em si próprio. Se as coisas não dão certo, não é você, são os dois que não dão certo. A menos, claro, que seja uma pessoa horrível. Aí é mesmo você.

9.     Não ficam na cama, com medo de enfrentar o dia.

A melhor parte do dia devia ser quando acorda e realiza que está vivo. Tomamos a vida como garantida demasiadas vezes.

10. Não tem medo de abrandar.

As pessoas emocionalmente fortes não sentem necessidade de acção e excitação constantes. Não precisam de passar o dia a correr a fim de evitar os seus demonios. Apreciam um momento tranquilo, porque os aproxima do sentimento de não fazer nada senão viver e respirar.

Não significa que não apreciam excitação na vida, mas não são aditos a ela. Ficam mais do que felizes em dar um simples passeio e cheirar flores.

11.     Não fazem coisas que não querem fazer.

Todos nós fazemos coisas que não adoramos, mas não deviamos fazer o que não queremos fazer. As pessoas emocionalmente fortes percebem isso e quase sempre arranjam forma de se focarem no que gostam de fazer e, por acrescimo, no que precisa de ser feito. Apesar de não apreciarem cada minuto do que estão a fazer, valorizam o que estão a fazer porque os aproxima mais do que reamente adoram fazer.

12.     Não tem problema em dizer “Não”.

Se não consegue dizer “não”, as pessoas vão abusar de si. Será visto como um tarefeiro e ninguém lhe vai perguntar a opinião ou sequer levá-lo a sério quando a der. Dizer “não” lembra às pessoas que não tem controlo sobre si.

13.     Não se esquecem de dar.

Nunca estamos demasiado ocupados ou demasiado pobres para doar tempo ou dinheiro. Muita gente opta por ignorar as suas responsabilidades como seres humanos. Quanto mais forte emocionalmente for, mais aprecia os outros e a vida em si. Valoriza mais a vida e começa a empatizar com os que tem pior sorte.

14.    Não sentem que precisam ser aceites.

Quanto mais forte emocionalmente for, mais independente fica. Não sente a necessidade de ser aceite, porque é aceite onde interessa ser: no Mundo. Pessoas de grupos socais pequenos são muitas vezes estranhas e pouco saudáveis. Querer ser aceite não é mais do que “Tenho medo de ser eu próprio”.

15. Não esquecem que ser feliz é uma opção.

Muito importante: as pessoas emocionalmente fortes aprenderam a perceber o poder que o cérebro tem sobre a mente e o corpo. Percebem que as emoções são reacções, não reacções a causas físicas directas, mas à forma como percepcionam essas causas.  Por outras palavras, as nossas emoções não reflectem realidades, as nossas emoções reflectem a forma como interpretamos a realidade. Perceber isto dá-nos controlo quase absoluto das nossas emoções e portanto das nossas vidas.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Ficar em silêncio é benéfico para a saúde

Já ficou em silêncio hoje? Não se está a falar do acto de não falar, e, sim, do silêncio interno, aquele que é capaz de descansar a mente, melhorar a concentração, trazer bem-estar e organizar os pensamentos. «Este exercício ainda coloca as pessoas em contacto com mudanças positivas e renovadoras, abre espaços para novos processos criativos e desacelera o organismo, que passa a funcionar melhor», diz a fonoaudióloga e terapeuta corporal Andréa Bomfim Perdigão, de São Paulo, autora do livro «Sobre o Silêncio».

Segundo o neurocirurgião Koshiro Nishikuni, do Hospital Santa Cruz, em São Paulo, e membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), os efeitos benéficos do silenciar podem ser comprovados através de uma ressonância magnética.

«Notamos que enquanto a pessoa está em silêncio, concentrada na respiração e sem pensar em nada, há um aumento do córtex cerebral, o que melhora, principalmente, as funções do hipocampo, que está directamente envolvido com a aprendizagem, a memória e a emoção. Por outro lado, há uma diminuição dos neurónios na região da amígdala cerebral, que está relacionada com a ansiedade e stress», afirma o médico.

Por último, mas não menos importante, o silêncio também é uma forma de demonstrar respeito e interesse pelo ponto de vista do próximo. «Aprendemos a ouvir-nos e a ouvir o outro, além de escolher o momento certo de falar e o que falar, evitando o desperdício das palavras e valorizando gestos como um sorriso, um toque ou olhar mais profundo», completa a psicóloga e psicanalista Blenda de Oliveira, de São Paulo, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP).

Estar num ambiente calmo e com poucos ruídos ajuda na hora de encontrar o silêncio, mas, segundo os especialistas, isso não significa que quem mora nos centros urbanos não vai alcançar a quietude interna. «Qualquer pessoa pode chegar lá e experimentar todos esses benefícios desde que sinta a necessidade de ficar em silêncio», diz a psicóloga Blenda de Oliveira.

Para quem não está acostumado a ficar quieto, a terapeuta Andréa Perdigão sugere treinar diariamente, por dez minutos. «No início, um turbilhão de pensamentos vai passar pela sua cabeça, mas assim que eles se forem acalmando, vai experimentar a serenidade. É comum também relacionar a ausência de som à solidão e a momentos tristes, mas, se conseguir superar essa etapa sem ligar a televisão ou o rádio, vai perceber o quanto é recompensador inserir períodos silenciosos na rotina», afirma a especialista.

in Diário Digital