sábado, 4 de fevereiro de 2017

Só o amor basta!





Entre o mundo material e aquele que não se pode tocar, nem ver, há uma diferença enorme. Os factos objetivos são apenas uma parte da realidade.

A verdade inclui esses dois mundos e, por isso, vai muito para além do que é material.

O mundo está cheio de coisas a que se dá um valor que pouco tem a ver com as suas qualidades intrínsecas. Há quem veja as coisas como condições essenciais, degraus ou trampolins para a felicidade e há ainda quem nelas veja a finalidade e plenitude da sua existência...

Talvez esta confusão aconteça porque muitos não compreendem que o amor, tal como o vento, só se pode conhecer pelas suas obras.

Há quem pense que o amor é uma fraqueza, inutilidade ou até mesmo uma ilusão. Isto porque, quando se ama, tudo o mais se relativiza a um tal ponto que parece quase perder o seu anterior sentido, uma vez que perde o valor que lhe dão os que não amam.

Nenhum de nós é o centro da sua missão.

Mas há quem busque o divino apenas à procura de milagres.

A maior parte de nós prefere sonhar e chorar por um milagre qualquer no mundo material, em vez de acreditar e sofrer pelo amor verdadeiro. Não, não se pode ter tudo, nem faria qualquer sentido. Só o amor basta. Tudo o mais é dispensável.

O amor não é um milagre. É algo muito melhor!

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