quinta-feira, 11 de julho de 2013

Remar contra a maré



Os cristãos até a caminho de momentos de quietude são interpelados por gente perturbada. Não se perca a noção do mundo real, inclusive quando se estuga o passo para aprofundar a intimidade com Deus. Leia-se e interprete-se os acontecimentos para além dos traços terrenos e procure discernir-se espiritualmente comportamentos bizarros. Sem exageros mas também sem parcimónia. Por mais constrangedor que seja, confrontem-se acções manipuladoras. Atenção redobrada quando de forma continuadamente bajuladora nos pretendam colocar nos píncaros. Enfrentemos no poder de Jesus tudo o que escraviza o ser humano e o explora com ou sem pudor.

Não haja ilusão quanto às reacções. Haverá quem se enfureça por Jesus secar a fonte da sua ganância. Na falta de argumentos válidos, semearão, com astúcia, ódios primários. O intuito é apenas um: Garantir bolsos cheios e egos em alta (ainda que a alma permaneça vazia).

Exactamente por isto, reme-se contra a maré, interrompendo o mal e praticando o bem. Mesmo que a paga sejam “muitos açoites”. Importa lembrar: Podem prender-nos os pés mas jamais poderão aprisionar-nos a voz. Podem até limitar o nosso raio de acção, mas não está ao seu alcance cercear os movimentos do Espírito Santo. E Ele continuará a usar os Seus como bem Lhe aprouver...

Jónatas Figueiredo


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