segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Creio! Creio! Creio!



Tenho tantas vezes sede de Ti,
tantas vezes ausências sentidas e atrozes.
Tantas indecisões e momentos de solidão sem saber a verdade,
sem saber a verdade de uma vida que exige tanto.
Quantas noites me deito sem te sentir por perto,
mas quantas vezes sinto o Teu respirar no meu peito.
Quantas vezes sinto o doce peso do teu rosto junto ao meu colo!
Desejo reencontrar-te na gargalhada que dou ou nas lágrimas que derramo!
Desejo sentir a força que sentiste no momento mais forte e também mais doloroso!
Quando a minha vida correr pelo caminho do abismo da incerteza, faz-me dizer: Eu creio!
Quando a minha vida escorrer por caminhos de sucesso e alegria faz-me dizer: Eu creio!
Quando as nuvens escurecerem o sol da minha fé, faz-me dizer com mais força: Eu creio!
Quando tudo parecer estranho e vazio, faz-me dizer: Eu creio!
Creio! Creio! Creio!

AB

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