sábado, 7 de abril de 2012

Derramou o seu próprio sangue


Irmãos: 11 Cristo veio como sumo sacerdote dos bens futuros. Atravessou o tabernáculo maior e mais perfeito, que não foi feito por mãos humanas, nem pertence a este mundo, 12 e entrou de uma vez para sempre no Santuário. Não derramou sangue de cabritos e novilhos, mas o seu próprio Sangue e alcançou-nos uma redenção eterna.
13 Na verdade, se o sangue de cabritos e de touros e a cinza de vitela, aspergidos sobre os que estão impuros, os santificam em ordem à pureza legal, 14 quanto mais o Sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno Se ofereceu a Deus como vítima sem mancha, purificará a nossa consciência das obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!
15 Por isso, Ele é mediador de uma nova aliança, para que, intervindo a sua morte para remissão das transgressões cometidas durante a primeira aliança, os que são chamados recebam a herança eterna prometida. 16 Porque, onde há um testamento, é necessário que se verifique a morte do testador,
17 porque o testamento só produz efeito depois da morte, uma vez que nunca entra em vigor enquanto o testador está vivo. 18 Por conseguinte, até a primeira aliança foi inaugurada com efusão de sangue.
19 Com efeito, quando Moisés proclamou a todo o povo cada um dos preceitos da Lei, tomou o sangue dos novilhos e dos cabritos, com água, lã escarlate e um hissope, e aspergiu não só o próprio livro mas também o povo inteiro, 20 dizendo: «Este é o sangue da aliança que Deus estabeleceu convosco». 21 Depois aspergiu da mesma forma com sangue o tabernáculo e todos os objectos do culto. 22 Aliás, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem efusão de sangue não há perdão. 23 Portanto, se as imitações das coisas celestes são purificadas deste modo, é necessário que as realidades celestes sejam purificadas com sacrifícios mais excelentes que esses.
24 De facto, Cristo não entrou num santuário feito por mãos humanas, figura do verdadeiro, mas no próprio Céu, para Se apresentar agora na presença de Deus em nosso favor. 25 E não entrou para Se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote que entra cada ano no Santuário, com sangue alheio; 26 nesse caso, Cristo deveria ter padecido muitas vezes, desde o princípio do mundo. Mas Ele manifestou-Se uma só vez, na plenitude dos tempos, para destruir o pecado pelo sacrifício de Si mesmo. 27 E como está determinado que os homens morram uma só vez e a seguir haja o julgamento, 28 assim também Cristo, depois de Se ter oferecido uma só vez para tomar sobre Si os pecados da multidão, aparecerá segunda vez, sem a aparência do pecado, para dar a salvação àqueles que O esperam.

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